Bangkok: uma capital, milhares de experiências - Tem criança na viagem
Buscar
Bangkok: uma capital, milhares de experiências
16/12/2018
Tempo de leitura: 3 minutos.

Bangkok, a capital da Tailândia, é daquelas cidades que têm mil e uma facetas. Vai de alguns dos templos budistas mais famosos do mundo a prédios gigantescos; da produção da seda à rua mais doida do mundo; das avenidas repletas de tuk-tuks até as travessias de barco. 

Durante dez dias exploramos – sem guia turístico – esta cidade gigantesca de mais de oito milhões de habitantes. Experimentamos um monte de coisas, aprendemos, nos desafiamos, caminhamos muito, observamos, nos divertimos. A cidade é segura, fácil de se localizar e relativamente barata.

Quem lembra dos filmes “A praia” e “Se beber não case 2” pode até pensar que essa não é uma cidade para criança. Mas saímos de lá apaixonados por tudo que ela oferece.

Abaixo, um pouco da experiência contada em fotos!

 

O álbum de Bangkok

A Kao San Road é uma das ruas mais doidas do mundo. Tem de tudo – inclusive insetos e bichos estranhos “comestíveis”. Passamos vinte dias na Tailândia e chegamos à conclusão que isso é só para turista ver – e provar. Nós? Não, obrigado. Não encaramos.

 

 

Botou o pé na Kao San Road? Pode ter certeza que vai encontrar, no início da rua, uma banquinha de “iguarias deliciosas”. Se caminhar por ali ainda cruzará por vendedores de escorpiões – os bichinhos são todos tão iguaizinhos que chegamos a duvidar se são mesmo verdadeiros.

 

 

Bares, restaurantes, lojas de roupas, tatuagens, ambulantes, bebidas de todos os tipos, mochileiros, massagens, som alto, insetos e larvas para comer e sujeira. Os filmes “A praia” e “Se beber não case 2” mostram o caos do lugar. Durante o dia é uma rua “comum”, mas à noite… o bicho pega. Então, se a viagem é com criança, o melhor é passear por lá no entardecer, quando a festa está recém começando. Mas não dá pra deixar de ir!

 

 

Em Bangkok se vê de tudo – inclusive estátuas de monges à venda, tão bem feitas que a Sara foi conferir de pertinho para ver se eram ou não de verdade. Não eram.

 

 

Mas esse aqui era de verdade, tá? Heheheheheeh

 

 

Ainda lembrando do “em Bangkok se vê de tudo”: Sara pilotou até uma “galinha a controle remoto”. Quer dizer, ela acha que pilotou…

 

 

Faz muito calor na capital da Tailândia, então o gelo está presente na maioria das bebidas – inclusive no café.

 

 

Um dos meios de transporte mais utilizados em Bangkok é o tuk-tuk, veículo que carrega de tudo – chegamos a contar seis pessoas em um deles, além do motorista.

 

 

 

Em busca de um parque com pracinha, resolvemos conhecer o Lumpini, o maior da cidade. Além dos brinquedos, um lago com pedalinho, pistas para caminhada e corrida, encontramos muuuita gente fazendo uma aula de exercícios aeróbicos.

 

Os tailandeses acreditam que todo terreno é habitado por um espírito. Por isso, quando ocupam um espaço, constroem um altar para agradar a entidade e pedir prosperidade. Este aqui estava no meio de um mercado de frutas e verduras.

 

 

As oferendas, renovadas diariamente nos altares, fazem a alegria dos comerciantes de flores.

 

 

Essa é a casa-museu Jim Thompson, ex-militar do Exército americano que desapareceu misteriosamente na Malásia nos anos 1970 (dizem que pode ter sido morto pela CIA, embora a família desconfie que tenha morrido doente na floresta).

 

 

Depois de se aposentar, ele passou a comercializar seda – ajudando a tornar o país referência na produção do tecido.

 

 

Então, essa, que era uma visita para adultos, revela-se bem interessante para crianças. No pátio da casa, funcionários mostram como é o processo de extração e produção do fio da seda: a fervura do casulo, a retirada do fio e a confecção dos novelos, que depois são tingidos.

 

 

Wat Pho é o principal templo budista de Bangkok e tem, em seu interior, o Buda Reclinado – uma estátua coberta por folhas de ouro, com 46 metros de comprimento e 15 metros de altura.

 

 

 

Um ritual: colocar uma moeda em cada um dos 108 potinhos (número de ações que levaram Buda à perfeição).

 

 

Pagodas, que estão espalhadas por toda a área dos templos, têm origem chinesa e servem para guardar restos mortais. Algumas têm mais de 15 metros de altura.

 

 

 

Mais de mil imagens de Buda estão espalhadas por Wat Pho

 

 

Dentro dos templos deve-se respeito. Além de exigir silêncio, guardas controlam postura dos visitantes – não é permitido sentar com os pés em direção a Buda, por exemplo.

 

 

O Grande Palácio, outro ponto turístico de Bangkok, está localizado nas proximidades de Wat Pho e abriga um conjunto de prédios como a residência real e templos religiosos.

 

 

Muvuca no acesso ao templo do Buda de Esmeralda. Fotos só do lado de fora: lá dentro não é permitido.

 

 

Para entrar em templos budistas, nada de calçados. Apesar da quantidade de gente, dos avisos alertando sobre batedores de carteiras e do medo de que levassem nossos calçados embora, eles ficaram lá, nos esperando…

 

 

Riqueza de detalhes é uma das características marcantes nos prédios budistas.

Crianças não pagam ingresso para visitar os templos.

 

 

Na Tailândia também fomos para a maravilhosa Maya Bay. Clique aqui para saber mais!

Marcos Pianger, do Papai é Pop, também contou sua experiência de viagem em família para lá!


Tailândia  Ásia  Religião  Bangkok  Wat Pho  Buda  Budismo 
Todos os comentários
Deixe seu comentário
Seu nome
Email
Website, Facebook, Twitter
Seu comentário
Booking.com
Sobre o blog
Quem somos
Publicidade
Midia Kit
Anuncie aqui.

©Tem criança na viagem 2019. Todos os direitos reservados.